A venda não morre
na objeção.
O LPH Meet acompanha a reunião e mostra ao vendedor, ao vivo, a transcrição, o sentimento, os insights e as recomendações da IA, com o contexto da sua Matriz Operacional. Enquanto a conversa acontece, com o deal ainda vivo.
Antes, durante e depois.
O vendedor chega sabendo
Antes da reunião, a IA lê a web sobre a empresa do lead, recupera o que ficou pendente na reunião anterior e devolve uma avaliação de risco. O roteiro da etapa vem junto, na metodologia que a sua Matriz Operacional usa.
A reunião acontece, e a IA acompanha junto
A conversa é transcrita ao vivo. No painel que só o vendedor vê aparecem o medidor de sentimento, insights coloridos e recomendações da IA com o contexto da sua Matriz Operacional, além do roteiro e dos objetivos. O vendedor lê e responde durante a reunião.
A reunião vira dado, e o dado vira ação
Score por competência, talk ratio, objeções mapeadas e o e-mail de follow-up já escrito pela IA. O convidado avalia a reunião de 0 a 10, e a nota vem de quem comprou, não de quem vendeu.
A conversão se decide dentro da reunião.
A objeção aparece uma vez, dura poucos segundos e decide o resto da conversa. Ferramenta que analisa depois te mostra onde a venda morreu, mas não te ajuda a salvá-la. Quando o gestor ouve a gravação, o próximo passo já foi perdido e o coaching vira lição para a reunião seguinte, com outro cliente.
O Meet é a cintura do funil.
Tudo o que a prospecção estreita passa por aqui, e tudo o que sai daqui alimenta o treino da semana seguinte.
“Como Head of Revenue, eu não tinha como revisar todas as calls do time. Era impossível. Dava coaching baseado em amostra e no que cada rep me contava. Com o Meet, cada call sai com score objetivo: talk ratio, objeção mais frequente, onde o deal travou. O coaching passou a ser baseado em dado, não em achismo. Em um trimestre o close rate médio do time saiu de 19% pra 27%.”
Sobre o LPH Meet.
O LPH Meet é um gravador de reunião?
Não. Gravar e resumir é o que Fireflies, Otter e Fathom fazem, e isso acontece depois que a reunião terminou. O Meet atua durante: mostra ao vendedor a transcrição, o sentimento, os insights e as recomendações da IA, com o contexto da sua Matriz Operacional. A gravação e a análise existem, mas são consequência. O produto é a intervenção ao vivo.
Preciso mudar onde meu time faz as reuniões?
Não. O Meet tem sala própria, com lobby, compartilhamento de tela, apresentação de slides e gravação. Se o time já vive no Google Meet ou no Microsoft Teams, o Radar é a extensão do Chrome do próprio Meet: abre o painel lateral ali dentro, no navegador, com dados do lead, transcrição em tempo real e os insights durante a reunião. Nos dois caminhos a reunião vira o mesmo registro, com o mesmo score, vinculado ao lead.
Ele roda na metodologia que o meu time já usa?
Sim. A Matriz Operacional é configurada em uma de seis metodologias prontas (BANT, SPIN, Challenger, MEDDPICC, Miller Heiman ou Sandler) ou numa metodologia personalizada, e os roteiros das cinco etapas da reunião (abertura, descoberta, apresentação, negociação e fechamento) seguem a que você escolher. O scorecard também: o gestor define os critérios e o peso de cada um.
Como o gestor acompanha sem assistir a todas as calls?
Pelo Oráculo. Ele pergunta em português e recebe o estado do time: onde cada vendedor trava, qual objeção mais derruba, como o funil está. Também entrega briefing do dia, análise de pipeline e relatório semanal. É a diferença entre revisar por amostragem e ter o quadro inteiro antes do 1:1.
Quem avalia a reunião?
O convidado. Ao final de cada reunião ele dá uma nota de 0 a 10 e pode comentar. É prova que vem do comprador, não do vendedor, e é o que alimenta o NPS que aparece no painel do gestor, ao lado do score que a IA atribui à call.